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Apresentação

Publicado: Segunda, 30 de Junho de 2025, 17h23 | Última atualização em Quarta, 12 de Novembro de 2025, 08h51 | Acessos: 97

O AJURI - Grupo de Estudos Rurais e Agroecológicos na Amazônia reúne estudantes, professoras(es), pesquisadoras(es), membros da sociedade civil organizada e de movimentos sociais com o objetivo de discutir, pesquisar e executar atividades de extensão e educação geográfica relacionadas às dinâmicas rurais e aos sistemas de produção e comercialização agroecológica na Amazônia. 

O grupo foi criado no primeiro semestre de 2025 visando congregar  sujeitos sociais nos espaços acadêmicos e extra-acadêmicos envolvidos com ações de educação geográfica, pesquisa e extensão em agricultura, movimentos sociais, políticas públicas, agroecologia e assistência técnica e extensão rural (ATER), almejando a criação de um espaço aberto e de reflexões críticas e dialógicas referentes às dinâmicas e complexas relações entre campo-cidade na contemporaneidade. 

As atividades do grupo, no momento, estão centradas em:

a) pesquisas sobre as dinâmicas atuais da agricultura na Amazônia;

b) oferta de cursos e de ações de extensão dentro da universidade, nos assentamentos de reforma agrária e em territórios de comunidades tradicionais, especialmente indígenas, quilombolas e ribeirinhas;

c) organização e promoção de atividades nas modalidades de encontros, seminários e oficinas;

d) participação em eventos locais, nacionais e internacionais que têm como foco a questão agrária, políticas públicas e agroecologia.

Visando abarcar as diferentes faces e possibilidades de pesquisa, educação geográfica e extensão, o grupo apresenta quatro principais linhas de pesquisa que congregam as(os) pesquisadoras(es) vinculadas(os):

  • Agroecologia, Segurança Alimentar e Economia Solidária: busca-se, a partir de uma abordagem geográfica, investigar as práticas espaciais dos grupos e movimentos sociais que engendram ações e projetos com o objetivo de promover a transição e/ou a manutenção de sistemas de produção agroecológicos, almejando a segurança alimentar no campo, rios, florestas e cidades, bem como instituir relações de comércio fundamentadas nos princípios de uma economia solidária.
  • Ecologia de Saberes e Comunidades Tradicionais: busca-se contribuir para uma melhor compreensão e valorização de novas epistemes consideradas à margem do cânone, bem como promover, processos dialéticos e dialógicos de co-construção de saberes entre os povos tradicionais e a ciência. Almeja-se, fortalecer e socializar saberes tradicionais que promovam, por meio de ações contra-hegemônicas, novas relações entre sociedade e natureza, a sustentabilidade e o bem viver no campo, nos rios, florestas e cidades.
  • Estado, Agricultura e Dinâmicas Territoriais: aborda as relações complexas entre o Estado, a economia, as dinâmicas territoriais e as políticas públicas na Amazônia. Destaca temas importantes como a estrutura fundiária, infraestrutura, logística, conflitos pela terra e as interações e contradições socioespaciais entre agricultura familiar e agronegócio no contexto da expansão do sistema agroalimentar global e das políticas neoliberais que incentivam a privatização da terra e o uso intensivo dos recursos naturais.
  • Relações urbano-rurais e novas dinâmicas na produção do espaço: busca investigar as transformações contemporâneas nas relações entre o urbano e o rural, com especial atenção às dinâmicas territoriais, econômicas, políticas e culturais que atravessam os processos de produção e apropriação do espaço na Amazônia. Parte-se do reconhecimento de que esses processos estão cada vez mais articulados às contradições inerentes às lógicas do capital, que se impõem sobre as espacialidades locais

O grupo é constituído por estudantes, professoras(es), pesquisadoras(es), membros da sociedade civil organizada e de movimentos sociais dos seguintes estados da federação: Amazonas, Amapá e Minas Gerais, além de pesquisadoras(es) internacionais dos seguintes países: Colômbia, Marrocos e França. 

O grupo é certificado no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil do CNPq e tem como líderes os professores Maria do Socorro Bezerra de Lima e Raphael Fernando Diniz.

 

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